quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Foi só no fim deste ano que passou que percebi que nem tudo significa tudo, que símbolos não significam nada perto dos sentimentos reais.

Ceias fartas não preenchem corações vazios, que uma vida vaga não substitui o caminho. Verdade só se põe como verdade quando você a enxerga não como absoluta, mas como algo mutável dotado de importâncias diferentes para cada um.
Precisou o ano acabar.
Precisei completar vinte e um anos para perceber que nem tudo é o que parece ser.

Que Natal não é vermelho nem tem haver com luzes que piscam e sim com sentimento.
Que família não é presença constante, é sentimento.

E mais que tudo, nem só de ar e pão o homem vive e sim do sentimento que o move. Ele, é que, se bem tratado e evoluído nos move, para frente.

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